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Anúncios mais caros e feed mais cheio: a conta do marketing mudou em 2026

Anúncios caros em 2026, como criar alternativas ao tráfego pagoj
mikael

Por mikael

Autor 7D

A Meta vai aumentar a carga de anúncios no Instagram e Facebook, testando até formatos que não podemos pular, além de repassar 12% do imposto que eram absorvidos por ela. Para o usuário comum, é um incômodo. Para nós, empresários, é um aviso financeiro: a “panfletagem digital” vai funcionar cada vez menos além da conta aumentar.

Mas esse não é o único problema. Quando cruzo essa notícia com os dados de inteligência que levantamos aqui na 7 Digital Empreendimentos para 2025/2026, o cenário exige muito mais do que apenas “impulsionar post”.

Separei 3 pontos dos nossos relatórios que provam por que continuar fazendo o mesmo marketing de 2024 vai custar muito mais caro agora em janeiro.

1. A inflação do clique é real (e pesada)

Enquanto as redes sociais ficam mais cheias, a busca ficou mais cara. Nossos dados apontam que o custo por lead (CPL) no Google Ads sofreu um aumento abrupto de 31% no último ciclo, pressionando muito as margens, especialmente no setor imobiliário.

Ou seja: você paga 30% mais caro para disputar a atenção de um cliente que está sendo bombardeado por mais anúncios nas redes sociais. É uma conta de chegada difícil.

2. O problema não é só tráfego, é o “balde furado”

Não adianta pagar mais caro no lead se a operação comercial não aproveita. Um dado que me chama muita atenção é que 68% das equipes de vendas ainda falham no registro e no tempo de resposta, gerando um desperdício recorde de oportunidades.

Pense no mercado da saúde, por exemplo. O Brasil recebe cerca de 45.400 novos dentistas no mercado este ano. Se uma clínica apenas “comprar mídia” sem ter um processo de atendimento impecável e um posicionamento claro fugindo da guerra de preços da clínica geral e focando em nichos de valor como a estética, ela vai apenas queimar caixa competindo com milhares de novos entrantes.

3. A saída: Criatividade que converte e Eficiência

O mercado mudou e quem tem sucesso hoje não é quem faz o anúncio mais bonito, mas quem entende o comportamento do consumidor.

Vejam o caso da Docile Alimentos Ltda aqui no Sul. Para não serem ignorados, eles criaram “anúncios fake” dentro de plataformas de streaming que pareciam conteúdo de entretenimento, contextualizados com o momento de lazer do usuário.

O resultado? A marca deixou de ser commodity e virou desejo.

Outro exemplo de eficiência é a Sicredi Serrana. Em vez de superproduções caras, apostaram em vídeos simples, verticais e humanos no TikTok. O resultado foi um aumento de 541% nas visualizações e 124% na base de seguidores. Gastaram menos produção e tiveram mais resultado porque falaram a língua do canal.

O que levamos disso para 2026?

Aqui em Curitiba, vivemos em um ambiente de negócios que preza pela velocidade — somos a cidade onde se abre uma empresa em 8 horas, contra a média nacional de mais de um dia.

Precisamos levar essa mesma eficiência para o marketing. O jogo agora não é sobre volume de anúncios (que estão mais caros e chatos), mas sobre:

1. Dados: Monitorar o custo de aquisição diariamente.

2. Ativos Próprios: Construir autoridade que não depende só de leilão.

3. Processo: Garantir que o lead caro não seja desperdiçado no comercial.

Se o seu planejamento de janeiro ainda depende 100% de “alugar audiência” das plataformas, sugiro revisar essa estratégia e faça com a nossa ajuda, clicando aqui

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